Amazônia Jazz Band apresenta concerto gratuito com clássicos das big bands

Evento será na terça-feira, 25, às 20h, no Theatro da Paz.

Por G1 PA — Belém
Foto:Divulgação

Para celebrar o período de ouro das grandes bandas, a Amazônia Jazz Band reuniu compositores importantes do gênero para o concerto “Na tradição das big bands: o Jazz”, com regência do maestro Nelson Neves, que será apresentado na próxima terça-feira (25), a partir das 20h, no Theatro da Paz. A entrada é gratuita.

No programa, estão músicas como "Langeitud", de Eric Richards; Wish You Were Here, de Steve Wilson, com arranjo de Paul Krueger; "Back Burner", de Carmine Pastore; "Luna B", de David Von Kampen; "Soul Vaccination", de Emilio Castillo e S. Kupka, com arranjo de Paul Lavender; "Ease On Down", de Lennie Niehaus; "Candela", de Jonathan Katz; "Sail Away", de Tom Harrell, com arranjo de Eric Richards; "Count On The Blues", de Andy Classen; "Back Bone", de Thad Jones, com arranjo de Mike Carubia; e "After You’ve Gone", de Henry Creamer/T. Layton, com arranjo de Paul Clark.

O maestro explica que quando se fala das “Big Bands” são rememorados momentos da Era do Swing, entre as décadas de 1930 a 1950, mas que ainda atualmente as bands continuam existindo com nomes como, por exemplo: Duke Ellington, Count Basie, Benny Goodman, entre outros. Com a expansão do jazz nas décadas seguintes, surgiram também vários bandleaders, ou seja, aqueles que conduzem as bandas – que também se diversificaram em estilos e nuances sonoras.

“O jazz como arte e apresentado como música séria em teatros ou salas de concertos pelo mundo afora é apreciado por ouvintes, críticos musicais e amantes da música instrumental. O jazz pode evocar quase qualquer humor. Algumas músicas são leves e alegres, algumas são pesadas e sérias, algumas fazem você querer dançar, algumas fazem você pensar, algumas são suaves e previsíveis, algumas são agitadas e cheias de surpresas”, explica o maestro.

E uma das marcas do movimento jazzístico é a improvisação, quando o músico, tomado pela experiência de uma apresentação, ousa fazer interpretações que não estão previamente acertadas. O concerto da Amazônia Jazz Band tem esse momento e como diz o maestro, é como andar “no fio da navalha pelos riscos inerentes que todo improvisador corre ao expor suas ideias e conhecimentos musicais em determinados momentos da obra”, comenta.

Nelson Neves, que além de regente também é grande estudioso do jazz, acredita que existem alguns aspectos essenciais que tornam cada performance uma criação nova e original. “Ouvir jazz ao vivo é excitante não apenas pelo modo como isso nos faz sentir, mas também pela percepção de que estamos seguindo o pensamento musical dos músicos e no momento em que estão inventando suas músicas. Eles estão nos levando junto com eles enquanto fazem um som novo, e isto é que a AJB fará neste concerto”, diz. “Jazz é: sonoridade, fraseado, acentos, groove, colorido, swing, improvisação, harmonia, liberdade, e acima de tudo, um estilo de vida”, finaliza.

Serviço


Concerto “Na tradição das big bands: o Jazz”, nesta terça, 25, às 20h, no Theatro da Paz. Entrada franca. Ingressos online. Retirada limitada a dois ingressos por pessoa, com taxa de conveniência do site a R$2,00 por ingresso.

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